A EXPERIÊNCIA DA PAISAGEM – DA PINTURA AO AR LIVRE AO ENVOLVIMENTO NATURAL

A EXPERIÊNCIA DA PAISAGEM – DA PINTURA AO AR LIVRE AO ENVOLVIMENTO NATURAL

Horário: 06 sessões (24h) | de 08 de junho  a 13 de julho de 2019 (sábado) | Diurno (manhã ou tarde: a definir)

Créditos: 3 créditos ECTS

Nota: o horário de realização das sessões (4h) inclui o período para preparação e arrumação dos materiais.

Formadora: Joana Patrão

Supervisão Científica: Professor Doutor Domingos Loureiro

Joana Patrão

Concluiu o Mestrado em Pintura com 19 valores na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 2016.
Das várias exposições individuais e coletivas que realizou destacam-se :
2017 – Reencenação à distância, Galeria Brevemente, organização Oficinas do Convento, Montemor-o-Novo; Sobre a noite cósmica, GNRation, Braga [projeto desenvolvido em parceria com Adriana Romero]; Incerta Desambiguação / Catarse, Galeria Zaratan, Lisboa; C U V E T E’17, Snow Cannon, Aveiro; I Have Something Important to Tell You: A Postcard to a Friend I Haven’t Met Yet. Soar Emerging Artist Festival; Gallery at Casa, Lethbridge, Alberta, Canadá. [c/ catálogo]; Lethes art: “Memória e Identidade”, Casa da Garrida, Ponte de Lima. [c/ catálogo]
2016 – A Paisagem enquanto experiência. Mar: Imersão e Viagem [Parte integrante das Provas Públicas de Mestrado], Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; E como estrelas/ duplas/ consanguíneas, luzimos de um para o outro/ nas trevas, Casa do Vinho, Barcelos.
2015 – Immersion. Experiments in Spacialiy and Multisensority, ADD.Lab, Espoo, Finlândia; sem, Galeria Painel, Rua das Taipas, Porto.
Desde 2014, tem participado em várias residências artísticas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Em 2015, enquanto bolseira Erasmus+, frequentou a Aalto University School of Arts, Design and Architecture, período durante o qual teve oportunidade de contactar diferentes artistas e panoramas e de desenvolver novos projetos.

https://www.linkedin.com/in/joanapatrao/
http://cargocollective.com/joanapatrao

Destinatários:
Estudantes de áreas artísticas e público em geral, mediante apresentação de certificação básica em Pintura e/ ou Desenho.

Propinas (VER CONDIÇÕES DE PAGAMENTO):
Estudantes, Docentes e Funcionários da FBAUP/ UP:
105,00 Euros |
Público em Geral: 130,00 Euros |
Seguro escolar: 2,00 Euros |

INSCRIÇÕES ATÉ 31 DE MAIO DE 2019

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA EFETUAR CANDIDATURA: CERTIFICADO DE HABILITAÇÕES LITERÁRIAS

Para candidatar-se, selecione a opção INSCRIÇÕES ONLINE

Apresentação
Esta unidade de curta duração apresenta-se como uma proposta de exploração da Pintura de Paisagem através de uma componente prática. A unidade possibilita a oferta de uma abordagem prática fora do espaço do estúdio, desenvolvendo-se num contacto direto com a Natureza (com a possibilidade de funcionar nos Jardins da FBAUP).

Objetivos
– Apresentar as práticas de pintura no discurso da Paisagem e enquadrar distintos modos de abordagem através das quais a Natureza é transformada em imagem (paisagem);
– Introduzir contextos e propostas de exploração da pintura de Paisagem e de meios de envolvimento com o local: da representação ao vivo, a adequação da técnica à experiência da Natureza, a introdução de elementos e ações naturais;
– Analisar a relação entre o contexto (Natureza) e as imagens produzidas (Paisagem), através da análise dos trabalhos desenvolvidos pelos participantes;
– Desenvolver bases técnicas da pintura, métodos de registo, ferramentas experimentais, por via de exercícios práticos;
– Suscitar um interesse pela pintura de Paisagem e por diferentes formas de se relacionar com a natureza, refletindo nas suas implicações.

1ª parte – A pintura ao ar livre. A representação da Paisagem.
 Introdução. Pintura ao ar livre. [Naturalismo. A escola de Barbizon]
– Primeiras experiências em papel. Experiências com cliché-verre

Pintura ao ar livre. O estudo.
– Exercício prático.

2ª parte – A pintura ao ar livre. A experiência da Paisagem.
Pintura ao ar livre – a captação da impressão fugidia. [Impressionismo]
– Experimentação prática.

Pintura ao ar livre – a pincelada e a cor na captação da experiência.
– Desenvolvimento de uma pintura.

3.ª parte – A pintura em colaboração com a Natureza. O envolvimento ativo.
Dentro da Paisagem, matérias e contextos naturais (Land art, Natural art)
– Experiências de relação com a Natureza na produção de imagens.

O envolvimento ativo.
– Exercício prático.
– Reflexão final e visualização dos trabalhos desenvolvidos.

A lista de materiais a trazer para as sessões será divulgada posteriormente.

Imagem: (c) JOANA PATRÃO

—–

Informações

Condições de pagamento:

50% do valor total da propina: pago no ato da inscrição. SEM ESTE PAGAMENTO A INSCRIÇÃO NÃO É CONSIDERADA.

Valor remanescente da propina: pago até data anterior ao início da unidade.

Número mínimo de participantes: 10 (DEZ)
Número máximo de participantes: 15 (QUINZE)

A SERIAÇÃO DOS CANDIDATOS É FEITA PELA ORDEM DE VALIDAÇÃO DAS INSCRIÇÕES

POR QUESTÕES DE LOGÍSTICA, NÃO É PERMITIDO AOS PARTICIPANTES PERMANECER NAS INSTALAÇÕES DA FACULDADE APÓS O FINAL DA SESSÃO. SOLICITA-SE, POR ISSO, QUE SEJAM TOMADAS AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS PARA QUE QUESTÕES DE LIMPEZA E MANUTENÇÃO DE MATERIAIS FIQUEM RESOLVIDAS ATEMPADAMENTE A FIM DE SE OBSERVAR ESTA CONDIÇÃO.

Método de avaliação:
Tendo em conta as características desta unidade, a avaliação focar-se-á na capacidade de resposta às propostas práticas. Serão consideradas as competências técnicas, em especial as de experimentação – exploração de materiais e processos.
A avaliação será contínua e complementada por um momento de avaliação final que irá considerar os conhecimentos adquiridos e o nível de comprometimento e evolução do formando. Numa escala de 20 valores (de 0 a 20) será atribuída uma classificação, apoiada nos seguintes pontos:

– Assiduidade – 15%

– Participação/ motivação/ evolução (observada ao longo das sessões) – 35%

– Trabalho individual – 50%

  • Sentido crítico;
  • Qualidades plásticas, capacidade de resposta às propostas e aplicabilidade dos conteúdos.

A aprovação do formando, a verificar-se, será feita numa escala positiva de 10 a 20 (conforme consta do Regulamento de Criação, Acreditação Interna e Creditação dos Cursos de Formação na Área de Educação Contínua da UP).

A não aprovação dos formandos pode resultar de:

  1. Assiduidade inferior a 75% do número de horas presenciais;
  2. A não apresentação do trabalho individual/ portefólio;
  3. Um valor médio de desempenho inferior a 50%.

Para efeito de confirmação de falta será considerada uma tolerância de 15 minutos.

Os formandos que reprovarem por falta de assiduidade só serão considerados para unidades de formação futuras caso haja vagas sobrantes.

Certificação:

Aos  participantes será emitido:

– um certificado de formação contínua com avaliação (classificação quantitativa) e créditos.

O pedido de emissão de certificado é feito por escrito para formcontinua@fba.up.pt no final da unidade de formação, após tomada de conhecimento da avaliação,  e  a emissão está sujeita a pagamento de emolumentos no valor representado na tabela em vigor.

BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL:
Andrews, M. (1999).
Landscape and Western Art. New York: Oxford University Press.
Câmara, J. B. (1996). Do espírito do pintor ao olhar do filósofo: Maurice Merleau-Ponty e Paul Cézanne, Lisboa: Salamandra.
Kastner, J. (ed.) & Wallis, B. (survey). (1998). Land and Environmental Art, London: Phaidon.
Merleau-Ponty. (1992). O Olho e o Espírito, (7ª Ed). Lisboa: Edições Vega.
Smithson, R. (1968). “A Sedimentation of the Mind: Earth Projects”. In Flam, J.(ed.)(1996). Robert Smithson: the collected writings (pp.100-113). Berkeley: University of California Press.